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Governo da Coreia avança lei de stablecoins e entrada institucional: o que os usuários de cartão U devem observar

2026-07-24

Kim Seong-jin (transliteração), chefe do Departamento de Ativos Virtuais da Comissão de Serviços Financeiros da Coreia (FSC), confirmou em sessão parlamentar que o governo está avançando simultaneamente duas frentes: primeiro, a segunda fase da “Lei Básica de Ativos Digitais”, que inclui regras para stablecoins; segundo, um plano para permitir a entrada de investidores institucionais no mercado de ativos virtuais. Segundo reportagem do Tokenpost, a diretriz da FSC é concluir a legislação de ativos digitais ainda este ano; uma vez implementada a entrada institucional, a proibição de 2017 — imposta por orientação administrativa e que impede instituições financeiras de deterem participações em empresas de ativos virtuais — também pode ser revogada dentro do ano. Isso significa um sinal claro de afrouxamento em uma linha vermelha administrativa que perdura desde 2017.

Análise editorial: o que realmente muda para os usuários de cartão U na Coreia

Vamos direto à conclusão — esta notícia, neste momento, não altera o uso do cartão que você já possui. Trata-se de uma notícia “a montante”: afeta se as stablecoins serão reconhecidas legalmente na Coreia, se uma stablecoin em won coreano poderá ser emitida e se instituições coreanas poderão deter legalmente participações em corretoras. Não toca diretamente na solicitação, recarga ou uso de cartões virtuais.

Mas para usuários em diferentes cenários, as implicações de médio prazo são distintas:

Em outras palavras, agora não é uma janela de ação, é uma janela de observação.

Comparação histórica: em relação ao MiCAR e ao marco de stablecoins do Japão

Colocando isso na linha do tempo regulatória da Ásia-Pacífico e da União Europeia, o quadro fica mais claro.

Uma diferença fundamental: tanto o MiCAR quanto o Japão primeiro definiram as regras, depois discutiram a entrada institucional; desta vez, a Coreia está avançando legislação e entrada institucional em paralelo, um ritmo mais agressivo, o que também significa que os detalhes ainda têm variáveis consideráveis.

Fronteiras regulatórias e de conformidade: qual é a situação atual

Para os leitores da usdtcard.net, é importante deixar claro um limite. Atualmente, a situação na Coreia é:

Vale lembrar que a seção de conformidade da usdtcard.net cobre atualmente 8 jurisdições, incluindo Japão, União Europeia, Hong Kong e Singapura, mas ainda não tem uma página dedicada à Coreia do Sul. Usuários coreanos podem consultar o guia de conformidade do Japão como referência de estrutura, por ter uma abordagem regulatória mais próxima — mas atenção: as leis dos dois países não são intercambiáveis; o que vale é o texto oficial que a FSC coreana vier a publicar.

Próximos marcos a observar

  1. Publicação do rascunho da segunda fase da lei — a FSC prometeu concluir “ainda este ano”; o texto do rascunho será o primeiro sinal concreto, com foco no escopo dos emissores de stablecoins autorizados.
  2. Se a proibição de participação acionária de instituições financeiras será formalmente revogada — se for, significa que bancos e corretoras poderão entrar no negócio de stablecoins e ativos virtuais.
  3. Se surgirá um emissor de stablecoin em won coreano — essa é a evidência direta para julgar se a Coreia seguirá o caminho de “exclusividade para instituições licenciadas”.
  4. A ordem entre o plano de entrada institucional e a legislação — se as duas linhas realmente avançarão “em paralelo” ou se uma delas será adiada determinará o cronograma real.

Recomendação editorial

Em resumo: esta é uma notícia que vale a pena marcar no calendário, mas não vale a pena agir hoje à noite.